Caros visitantes e caros comparsas do Xenu,

após ponderada decisão, abandono este projecto. Continuo com o meu blogue a solo Lei de Murphy.

Atenciosamente,

Gonçalo

Anúncios

Voltamos ao tema energia. O assunto exige especial atenção quando é sabido dos aumentos que irão ocorrer no próximo ano, ou seja, de hoje a oito dias. A DECO disponibilizou uma página que nos diz qual é o fornecedor de energia doméstica com preços mais vantajosos para os consumidores, em função do consumo de cada um. Esta ferramenta está disponível durante todo o mês de Janeiro.

Podem consultar aqui: http://www.deco.proteste.pt/default.aspx?show=148826&src=431711

Para aqueles que procuram os preços mais baixos em matéria de vôos, nomeadamente na área das low cost, há uma importante ferramenta que incide apenas nos vôos na Europa. Um ponto positivo é o facto de estar em português.

O site em causa é o Sky Scanner: http://www.skyscanner.net

A receita baseia-se essencialmente numa outra que é proposta nas embalagens de lasanha Milaneza, mas parece-me ser uma alternativa bem razoável e mais uma boa forma de comer vegetais.

Ingredientes:
300 ou 400 gr. de lasanha
500 gr. de espinafres (também podem ser congelados)
250 gr. de requeijão
1 chávena de queijo mozzarela ralado
Meia chávena de queijo parmesão ralado
Um pacote pequeno de natas
2 dentes de alho
Sal e pimenta preta qb

1. Caso as folhas de lasanha necessitem de cozer, faça-o seguindo as instruções da embalagem (há casos, como a lasanha da Milaneza, em que não é necessária uma cozedura prévia)
2. Coza os espinafres, escorra e pique
3. Misture os dois alhos picados com os espinafres, o sal e a pimenta preta
4. Numa taça, misture o requeijão, a mozzarela, o queijo parmesão e as natas
5. Numa assadeira de fundo rectangular, comece por dispôr uma camada de lasanha. Ponha depois uma camada de espinafres e depois uma camada da mistura de queijos. Repita esta disposição de camadas de modo a que a última camada seja da mistura de queijos.
6. Leve ao forno a 180º durante 20 ou 30 minutos.

Nota adicional:
Da primeira vez que fizer esta receita, use lasanha que não necessite de uma cozedura prévia. Assim, irá colocando as folhas de lasanha à medida que necessitar, para conjugar com os espinafres e a mistura de queijos. Das vezes seguintes, terá uma ideia mais aproximada da quantidade exacta de lasanha a utilizar.

Apesar de termos a ideia de que a rede e o tarifário que usamos é o mais conveniente, não deixamos de cair nalguns erros de apreciação por não fazermos uma comparação realmente rigorosa de preços, tanto a nível de chamadas como de SMS. Para ajudar a ter uma melhor ideia sobre os tarifário, recomendo o Observatório de Chamadas no site da ANACOM, que dá os melhores preços para todas as situações possíveis de utilização de telemóvel, como duração de chamada, número de mensagens ou chamadas dentro e fora da rede. Talvez seja uma boa maneira de chegarmos a boas conclusões neste aspecto e perceber que, se calhar, estamos a gastar algum dinheiro em chamadas de forma supérflua.

Para acederem ao Observatório de Chamadas, basta clicar aqui

Muitas vezes achamos que loja A ou loja B é a ideal para comprar produtos informáticos. Não é raro duas pessoas divergirem sobre qual o sítio onde sai mais barato. E é para ajudar a fazer a melhor compra que o site Kuanto Kusta se revela de grande utilidade, já que possibilita a busca de uma série de produtos informáticos por diversas lojas, dando sempre a informação sobre qual é a melhor escolha.

Apesar de algumas lojas, como a Chip7, estarem de fora da pesquisa, não deixa de ter muitos estabelecimentos para comparar preços e permitir a escolha mais barata. Nunca esquecendo que uma determinada loja pode ter o melhor preço para um determinado produto e um mau preço para outro.

Aqui vai o link: http://www.kuantokusta.pt

Esta é uma daquelas receitas absolutamente simples de se fazer, com a vantagem de ser bem agradável ao palato e de preço bastante acessível (não custa, certamente, mais do que 5€). Há outras formas de serem feitas, mas deixo a receita mais básica.

Ingredientes:
Uma lata de leite condensado
Uma lata de polpa de manga
Quatro iogurtes naturais
Pedaços de manga fresca

Basta bater muito bem os ingredientes e levar a mistura ao frigorífico. No momento de servir, junte os pedaços de manga fresca.

Nota adicional:
Pode alterar o número de iogurtes naturais, introduzindo um iogurte de manga em substituição de um iogurte natural.

Ingredientes:
– 1 basse de massa quebrada (vende-se nos supermercados, custa entre 1€ e 1,5€)
– 1 molho de espinafres frescos ou 750 gr. de espinafres congelados
– 250 ml. de queijo requeijão
– 150 gr. de queijo parmesão ralado
– 250 ml de natas
– 250 ml de leite
– 3 ovos
– sal, pimenta, manteiga e noz moscada q.b.

1 . Pegue numa forma funda, própria para quiches (cerca de 25 cm de diâmetro) e unte-a com manteiga. Coloque a massa quebrada e retire a massa que ficar por fora da forma. Faça pequenos furos na massa com um garfo.
2. Lave os espinafres e leve-os ao lume por alguns minutos (se forem congelados, siga as instruções na embalagem). Escorra-os cuidadosamente e corte-os em pedacinhos.
3. Misture o o queijo requeijão, a noz-moscada e metade do queijo parmesão e espalhe sobre a base da quiche.
4. Coloque os espinafres cozidos e cortados sobre a mistura de queijo requeijão, de modo a que constituam diferentes camadas.
5. Bata os ovos, as natas e o leite. Tempere com sal e pimenta e deite esta pasta sobre a massa de espinafres e queijo requeijão.
6. Polvilhe a quiche com o resto do quejo parmesão.
7. Leve ao forno a 190ºC durante 30 minutos, até que a quiche cresça e ganhe consistência.

O site Transporlis é uma página lançada recentemente que possibilita a consulta de horários, tarifários e roteiros de todos os transportes públicos na Grande Lisboa. Tem uma funcionalidade bastante útil, precisamente o cálculo de percursos que permite fazer a escolha de um determinado percurso por transportes públicos de uma forma um pouco mais optimizada.

É certo que nem sempre o que está previsto nos horários é o que sucede na prática, mas não deixa de ser uma funcionalidade bastante útil, apesar de ainda desconhecida do público em geral, pelo que me apercebo.

O endereço é: http://www.transporlis.sapo.pt

Para quem não conhece o termo técnico, um dip é um molho que é usado como entrada, para comer com umas tostas ou, eventualmente, pode ser o recheio para uma sanduíche, para os mais lambões.

Ingredientes:
1 lata de atum (120 gr.)
6 a 8 colheres de maionese simples
1 cebola média
sumo de um limão
sal
pimenta

Juntam-se todos os ingredientes e batem-se bem com a varinha mágica ou numa 1,2,3 até constituírem uma massa homogénea. Deve comer-se na hora.

Dentro das funcionalidades informáticas, esta é uma das que causa mais furor neste momento. O VoIP consiste na utilização da rede de Internet para fazer chamadas, tanto para PC como vulgares telefones ou telemóveis.

Para utilizar este sistema VoIP, é necessário ter:

– ligação à Internet
– um dispositivo de saída de som (colunas, headphones) e um dispositivo de entrada de som (microfone). Há opções que conjugam a saída e entrada de som, como os headset, e estão também no mercado diversos modelos de telefone propositadamente para o VoIP, com preços a partir dos 25€.
– Software compatível. O mais conhecido do mercado é o Skype, mas é também possível fazer chamadas pelo Messenger. Em Portugal, é possível utilizar o Messenger fornecido pela Netcabo e pelo SAPO (apenas para clientes de empresas do grupo Portugal Telecom), bem como o IOL Talki.

O VoIP pode ser utilizado para fazer as chamadas entre utilizadores do mesmo serviço, funcionando com um upgrade ao que já era possível nos serviços de Messenger, mas a grande vantagem é a possibilidade de fazer chamadas para telefones e telemóveis, com preços bem mais competitivos.

No caso do Skype, através da compra de créditos por cartão de crédito (o MB Net serve), é possível fazer chamadas para todo o mundo (ver preços aqui). O Sapo Messenger e o Netcabo Messenger estão a dar chamadas à borla para telefones fixos até ao fim do ano, estando também incluído um pacote de 100 sms, desconhecendo-se os preços a serem praticados a partir de 2007. O IOL Talki possibilita a compra de créditos por multibanco e apresenta preços bastante atractivos (ver preços aqui).

Pela minha própria experiência, afianço que o Skype apresenta uma boa qualidade de som e não necessita de ligações muito rápidas. Experimentei telefonar para o estrangeiro e não me surgiu nenhum problema de maior. Pelo que experimentei, também o Messenger do Sapo me pareceu ser um bom serviço.

Todos nós estamos acostumados a utilizar as normais lâmpadas incandescentes (à esquerda), afinal de contas são as mais baratas e aquelas com que fomos vivendo ao longo dos anos. Aqui no Xenu, vamos desmistificar o mito das lâmpadas incandescentes, recorrendo, inclusivamente, a informações preciosíssimas da página Ecocasa.

De acordo com os preços praticados no mercado, é possível comprar lâmpadas incandescentes por preços inferiores a 1 euro. A vantagem é imediata, se comparado com as lâmpadas fluorescentes compactas (imagem da direita), que custam entre 5 e 12 euros. No entanto, o dinheiro que se gastou a mais na lâmpada fluorescente (no mercado também são designadas por lâmpadas económicas) vai sendo rentabilizado ao longo do tempo, não só porque dura mais tempo, mas também porque faz um consumo de energia muitíssimo mais baixo.

Vejamos a tabela comparativa entre os dois tipos de lâmpadas, retirada do site Ecocasa (com a devida vénia, claro está):

Esta tabela exemplifica como, para o mesmo consumo de electricidade, a opção pelas lâmpadas económicas sai muito mais em conta, apesar do preço inicial ser mais elevado. E chamo a atenção para o facto de a tabela se referir exclusivamente ao uso de uma lâmpada, portanto multipliquem as contas pela quantidade de lâmpadas que têm em casa.

O único senão que se aponta a este tipo de lâmpadas é que estas demoram algus minutos a atingir o nível de luz desejado, já que a luz não passa por um filamento, como sucede com as lâmpadas tradicionais. No entanto, e aqui falo por experiência própria, é um belíssimo investimento, mesmo que não consumissem menos energia, já valiam a pena porque já tenho lâmpadas deste tipo em minha casa há mais de três anos e nunca tive necessidade de as mudar, o que nunca sucederia se tivesse lâmpadas normais.

Recordo que a energia irá registar aumentos muito significativos no próximo ano, pelo que este tipo de opções é sempre recomendável para evitar surpresas desagradáveis na factura mensal.

Nas últimas semanas, temos estado a ser brindados com anúncios relativos à nova imagem do Montepio, que entretanto deixou de se chamar Montepio Geral, sob o signo da possibilidade de cada cliente poder ser dono do próprio banco. Neste caso, não se trata de ser proprietário de acções do banco (até porque este não está cotado em bolsa), mas antes de poder pertencer à chamada Associação Mutualista, ligada ao próprio banco. O banco quer, com esta campanha, atrair mais clientes para a associação.

Sendo sócio da dita Associação Mutualista, posso explicar, sucintamente, no que consiste: esta é uma associação com mais de 300 mil associados, destina-se essencialmente a conceder apoio aos seus associados, através da contribuição de todos (leia aqui a apresentação). Para além desse lado mais solidário, possibilita alguns benefícios que se podem reflectir positivamente no bolso de cada um, tais como:
– não se paga nada para entrar para sócio e a quota anual é de 12 €
– possibilidade de aceder a diferentes produtos de poupança, cuja rendibilidade anda à volta dos 4% anuais
– abaixamento do spread, no caso de fazer o empréstimo pelo Montepio Geral
– atribuição de descontos numa rede de prestação de serviços (do género a que é fornecida pelo Cartão Jovem, com agências de viagens, ópticas ou lojas de roupa) e que, não sendo muito extensa, pode ser útil em determinadas situações (consulte aqui a rede de descontos)

Em suma, para quem tem conta neste banco, é sempre uma hipótese de conseguir uma pequena segurança em algumas situações da vida, uma forma obter algum rendimento de um pé-de-meia e uma maneira de obter descontos interessantes em alguns serviços. Para quem não tem, até pode ser um produto a ponderar, no caso de querer mudar de instituição bancária.

O arroz, apesar de ser um elemento bastante comum na nossa gastronomia, padece de um pequeno mal: tem de ser feito com algum cuidado e requer mais trabalho do que a simples cozedura de massas ou batatas. Não é incomum aparecer-nos à frente, mesmo em restaurantes, um arroz com algumas semelhanças a… puré. Para evitar estes constrangimentos nas vossas próprias casas, nada como seguir a receita.

A receita que vos apresento é uma das possíveis, com a vantagem de poder ter algumas variantes. A coisa dará para umas 3 pessoas:

Receita – arroz de cebola
– Um copo cheio de arroz.
– Dois copos cheios de água.
– Uma cebola pequena
– Azeite
– Sal

1. Lave o arroz, deixe secar e reserve.
2. Descasque uma cebola o mais fininho que puderem e levem a alourar em azeite, que deve chegar para cobrir toda a superfície da panela. Deixe alourar uns 5 minutos em lume brando .
3. Junte o arroz e mexa sempre durante 2 minutos, de modo a que o arroz não se agarre ao tacho. Junte sal a gosto durante a operação.
4. Junte dois copos de água e deixe cozer durante 5 ou 7 minutos para que o arroz possa abrir um pouco.
5. Desligue o lume, ponha a tampa na panela e ponha um ou dois panos a cobrir, de modo a evitar a saída de calor .
6. Passados 10 ou 15 minutos, poderá retirar a tampa e verificar se ainda há água dentro da panela. Caso ainda haja alguma água, recoloque os panos e feche a panela por mais 5 minutos. Caso o arroz já esteja seco, é sinal que está pronto a servir.

Variantes:
Esta receita aplica-se ao arroz de cebola, mas há outras boas variantes. É o caso do arroz de alho e de tomate.
No caso de preferir o sabor a alho, deverá substituir a cebola por 2 ou 3 cabeças de alho bem partidas, tendo em atenção a respectiva fritura em azeite, para não queimar.
Se optar pelo muito português arroz de tomate, sugiro que passe a usar meia cebola e um tomate chucha muito bem cortado e que coloque ambos logo de início no azeite a fritar. <>

Sei que não estamos na altura mais propícia para comer uns camarõezinhos fritos, já que estes sabem melhor com o calor e, por inerência, uma cerveja fresquinha ou um vinho verde. No entanto, não é por estar mais frio ou mais calor que perdem o sabor e é sempre uma possibilidade para começar uma refeição entre amigos ou até servindo como refeição.

Para além disso, é bastante simples de fazer. Só necessita de:
– Uma embalagem de camarões congelados – opte por camarões mais pequenos (tipo tamanho 60/80).
– Alhos – para um kg de camarões correspondem uns 8 dentes de alho
– Azeite
– Um limão cortado às rodelas

Esmague os alhos num almofariz. Quando os alhos formarem uma papa, junte-os ao azeite e deixe fritar um pouco. Junte os camarões e mexa por 10 minutos, até ficarem bem douradinhos. Junte umas rodelas de limão na altura de servir.
Free Image Hosting at www.ImageShack.us

No caso da imagem de cima, estes camarões foram feitos pela Tânia, uma amiga aqui da rapaziada do Xenu, e remetem para umas férias recentes em São Martinho do Porto. Como podem ver, a coisa tem francamente bom aspecto.